planeta dois sóis
Como muitos devem lembrar, o planeta Tatooine com dois sóis é o lar de Luke Skywalker na série de filmes Star Wars – e entre as cenas mais famosas da franquia podemos citar o jovem jedi observando o pôr do sol conjunto dessas duas estrelas no horizonte.

 Ao que parece, a visão do diretor George Lucas de um mundo com dois sóis estava correta e eles podem ser mais comuns do que imaginávamos anteriormente.
Até recentemente, somente planetas gigantes e gasosos foram vistos orbitando estrelas gêmeas. Contudo, um novo estudo sugere que planetas no estilo da Terra (que sejam rochosos) podem ser formados em sistemas binários de estrelas – e que eles são comuns no universo. O coautor do estudo e astrofísico da Universidade de Utah, Dr. Bem Bromley, diz que os pores de sol no estilo de Tatooine podem ser normais no final das contas.
“Por mais de uma década os astrofísicos acreditaram que planetas como a Terra não poderiam se formar ao redor de estrelas binárias, pelo menos não perto o suficiente para serem capazes de sustentar algum tipo de vida”, disse o Dr. Bromley. Os astrofísicos especulavam que a atração gravitacional e desigual de duas estrelas gêmeas iria impedir o agrupamento de pedras e do pó que seriam necessários para formar planetas no estilo da Terra.
“Os planetas se formam assim como as partículas de pó embaixo de suas camas, grudando em outras partículas para crescerem e formarem objetos maiores. Quando os planetas se formam ao redor de estrelas binárias, o sistema binário os destrói a não ser que eles estejam exatamente na órbita correta”, diz outro coautor do estudo, o Dr. Scott Kenyon, astrofísico de Harvard.
Os pesquisadores usaram simulações de computador e modelos matemáticos para mostrar que planetas como a Terra poderiam orbitar sistemas com duas estrelas de fato – isso, é claro, se os planetas em questão orbitassem as estrelas seguindo um caminho oval concêntrico. O resultado dos estudos diz que planetas rochosos podem sobrevivem nessas condições por dezenas de milhares de anos, proporcionando o desenvolvimento de vida.
De acordo com o Dr. Bromley, a formação de planetas rochosos ao redor de duas estrelas é algo tão “fácil” como é a formação ao redor de uma única estrela como o nosso Sol.
FONTE(S) 

Planetas com dois sóis podem ser mais comuns do que imaginávamos

planeta dois sóis
Como muitos devem lembrar, o planeta Tatooine com dois sóis é o lar de Luke Skywalker na série de filmes Star Wars – e entre as cenas mais famosas da franquia podemos citar o jovem jedi observando o pôr do sol conjunto dessas duas estrelas no horizonte.

 Ao que parece, a visão do diretor George Lucas de um mundo com dois sóis estava correta e eles podem ser mais comuns do que imaginávamos anteriormente.
Até recentemente, somente planetas gigantes e gasosos foram vistos orbitando estrelas gêmeas. Contudo, um novo estudo sugere que planetas no estilo da Terra (que sejam rochosos) podem ser formados em sistemas binários de estrelas – e que eles são comuns no universo. O coautor do estudo e astrofísico da Universidade de Utah, Dr. Bem Bromley, diz que os pores de sol no estilo de Tatooine podem ser normais no final das contas.
“Por mais de uma década os astrofísicos acreditaram que planetas como a Terra não poderiam se formar ao redor de estrelas binárias, pelo menos não perto o suficiente para serem capazes de sustentar algum tipo de vida”, disse o Dr. Bromley. Os astrofísicos especulavam que a atração gravitacional e desigual de duas estrelas gêmeas iria impedir o agrupamento de pedras e do pó que seriam necessários para formar planetas no estilo da Terra.
“Os planetas se formam assim como as partículas de pó embaixo de suas camas, grudando em outras partículas para crescerem e formarem objetos maiores. Quando os planetas se formam ao redor de estrelas binárias, o sistema binário os destrói a não ser que eles estejam exatamente na órbita correta”, diz outro coautor do estudo, o Dr. Scott Kenyon, astrofísico de Harvard.
Os pesquisadores usaram simulações de computador e modelos matemáticos para mostrar que planetas como a Terra poderiam orbitar sistemas com duas estrelas de fato – isso, é claro, se os planetas em questão orbitassem as estrelas seguindo um caminho oval concêntrico. O resultado dos estudos diz que planetas rochosos podem sobrevivem nessas condições por dezenas de milhares de anos, proporcionando o desenvolvimento de vida.
De acordo com o Dr. Bromley, a formação de planetas rochosos ao redor de duas estrelas é algo tão “fácil” como é a formação ao redor de uma única estrela como o nosso Sol.
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